terça-feira, 2 de agosto de 2011

Tunísia camiseta

TUNÍSIA REVOLUTION marcha ao SOM DA POESIA - camisa de Filosofia Futebol T oferta
"Se, um dia, um povo deseja viver, então o destino vai responder a sua chamada." Abul-Qasim Al-Chabi
Tunísia 2011, as pessoas com os protestos populares e da desobediência civil ter derrubado um déspota cruel. Cantando nas ruas as palavras do grande poeta tunisino do início do século XX, Abul Qasim Al-Chabi. Futebol filosofia produziram este t-shirt para ajudar a promover a solidariedade, com a poesia em língua árabe original. Com uma bandeira despedaçada Tunísia, representando as estruturas do totalitarismo que dividiu seu país para as gerações que a política de parceria tunisianos são elas próprias estão agora construindo a desmantelar. A um preço baixo campanha especial de apenas £ 16,99 a partir de www.philosophyfootball.com

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Tunísia agora integra Tribunal Internacional Penal

A Tunísia se tornou hoje (24) o primeiro país do norte da África a aderir ao Tribunal Penal Internacional (TPI). A adesão ocorre apenas alguns meses depois da deposição do ditador Zine Ben Ali em meio a um levante popular no país.

O embaixador tunisiano na Organização das Nações Unidas (ONU), Ghazi Jomaa, disse que a adesão ao TPI é a primeira de uma série de ações por meio das quais Túnis pretende assinar convenções sobre tortura, além de direitos civis e políticos, para demonstrar seu comprometimento com reformas democráticas e respeito aos direitos humanos.

O embaixador de Liechtenstein na ONU e presidente da assembleia do TPI, Christian Wenaweser, recebeu com satisfação a Tunísia como 116.º signatário da corte que investiga e julga casos de genocídio e crimes de guerra e de lesa-humanidade.

A Tunísia é apenas o quatro integrante da Liga Árabe a aderir ao TPI. Os outros integrantes da Liga no TPI são Jordânia, Djibuti e Comores. Do norte da África, é o primeiro. As informações são da Associated Press e da Dow Jones.

TUNISIA mostra anúncio polêmico para retomar turistas

O turismo é crucial para a economia da Tunísia. País com população de pouco mais de 10 milhões de pessoas, a indústria turística é responsável por cerca de 400 mil empregos e a geração de US$ 2,5 bilhões por ano na economia.  Com os recentes acontecimentos políticos que deflagaram o país como zona de conflito,  mais de 200 mortes e a queda do regime liderado por Zine al-Abidine Bem Ali, o turismo foi um dos setores mais afetados.
Agora é a hora da retomada. E uma campanha publicitária já foi lançada em alguns dos principais emissores, como a Inglaterra. Ônibus circulam por Londres com a imagem de uma mulher recebendo uma massagem com os dizeres: “Dizem que na Tunísia algumas pessoas são tratadas com mão pesada”. Outros outdoors mostram antigas ruínas romanas com a frase: “Dizem que a Tunísia está em ruínas”.
Polêmica criada, o teor da campanha recebeu explicações por parte da agência publicitária Memac Ogilvy, com a diretora Syrine Cherif explicando que “A ideia era ser provocativo para lidar com possíveis medos em relação à questão da Primavera Árabe”.  O objetivo é instigar a atenção de quem esteja interessado em conhecer as praias e parques arqueológicos da Tunísia.
Cherif negou que a campanha seja insensível em relação às pessoas que foram presas, torturadas ou mortas durante os 23 anos do regime de Ben Ali.“Este tratamento injusto era do tempo da ditadura. Agora, ela se foi. Acabou. Hoje, há uma nova Tunísia”, afirmou.
A Tunísia foi o primeiro país a viver as revoltas populares que varreram o norte da África e o Oriente Médio, desde dezembro do ano passado. Ben Ali fugiu para a Arábia Saudita em janeiro após perder o apoio do Exército em seu país. O seu julgamento à revelia, começa na segunda-feira.

terça-feira, 7 de junho de 2011

rally na tunisia

OiLibya Rally of Tunisia 2011

Tunisia Rally 2011 from 1st to 7th of May 2011. With less than 250 km of tar liaisons and more than 1550km of selective sectors, the OiLibya Rally of Tunisia 2011 will be a rally “pleasure” composed of 6 stages that will take place at 100% in Tunisia. The Monster Energy X-raid team will field two cars in the Tunisia Rally, round three of the FIA World Cup for off-road rallies. Defending FIA World Cup champion Leonid Novitskiy and his German co-driver Andreas Schulz will drive a BMW X3CCs. Chilean driver Boris Garafulic represents the official team for the first time with fellow French co-driver Laurent Lichtleuchter in the second car. Just weeks after the Trebur-based team clinched an emphatic debut victory for the MINI All4 Racing in the hands of Stéphane Peterhansel and Jean-Paul Cottret in the Abu Dhabi Desert Challenge, Sven Quandt’s team is in action again across the demanding deserts of North Africa.
Novitskiy is bidding to retain his FIA World Cup title and has taken a pair of second places on the opening two rounds in Italy and Abu Dhabi to take a three-point lead in the overall drivers’ points
standings.
“I’m quite happy with the season so far,” admitted Novitskiy, who faces fierce competition from third-placed Frenchman Jean-Louis Schlesser in Tunisia. “Hopefully I can also take my first win in Tunisia.”
Garafulic and Lichtleuchter are forming a new X-raid team partnership. “For me, it’s mainly a question at this rally of gaining experience in the sand and in the dunes with the new car looking for the next Dakar,” said the Chilean, who tackled the Dakar for the first time in January this year and achieved a very good performance.
Dakar Rally Raid Racing
“As in Abu Dhabi, we expect a sand rally in Tunisia,” said Monster Energy X-raid team director Sven Quandt. “Although Leonid will be hoping to push on for his first outright win of the season, he must also drive cautiously and intelligently. He cannot afford a mistake or a failure if he is to win the FIA World Cup again.”
Press Release Team X-raid GmbH – we are registered news user with Team X-raid GmbH – Content and images credits X-raid Team
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  2. Peterhansel wins the Abu Dhabi Desert Challenge
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segunda-feira, 6 de junho de 2011

tunisia encantadora

A Tunísia localiza-se no extremo norte da África, praticamente "encravada"entre a Argélia e a Líbia.




Quem vai à Tunísia recebe muito mais aventura do que imagina. O país é compacto e concentra muitos atrativos numa área equivalente à metade do Estado de São Paulo. Para começar, está cheio de lugares históricos fenícios, romanos, bizantinos, árabes e outros menos votados, porque sempre foi uma das encruzilhadas comerciais do mundo.



A Tunísia também dá praia, e praias de areia fina, banhadas pelo azul do Mediterrâneo, cheias de resorts chiques e européias de topless. Lá você entra em contato com o exotismo do mundo árabe, e como se não bastasse, ainda pode explorar o deserto do Saara e seus mistérios.



O povo tunisiano é resultado, em grande parte, da mistura dos elementos árabe e berbere com outros povos mediterrâneos que se fixaram no litoral do país. O idioma oficial da Tunísia é o árabe, mas falam-se também línguas berberes e o francês. A religião do estado é a muçulmana, professada por quase toda a população.







A agricultura emprega um quarto da população ativa. Apesar do impulso dado à irrigação, a lavoura seca continua a ser a base da produção agrícola. Os cereais (milho, trigo e cevada) são os principais cultivos de subsistência. A lavoura comercial inclui oliva, beterraba, frutas cítricas e hortaliças. A criação de gado ovino, caprino e bovino não é suficiente para atender às necessidades da população.







O petróleo desempenha um importante papel na economia tunisiana, embora os depósitos existentes sejam menores do que os dos países vizinhos. Até a descoberta de petróleo, em 1964, o fosfato era o principal recurso mineral do país, que exporta um terço de todo o fosfato que produz. O restante é empregado pelas indústrias químicas locais, que também exportam fertilizantes.







A Tunísia tem 3000 anos de forte presença na história do mundo, e os povos que por alí passaram, deixaram marcas. Os fenícios vinham dali.







Os cartagineses, também, e principalmente há ruínas romanas por toda parte. Uma das primeiras que se vêem são as termas de Antonino, um sítio histórico bem conservado, ao lado do palácio presidencial de Túnis. Outro ponto obrigatório é Sbeitla, com restos romanos impressionantes, como o Arco de Diocleciano, ao lado de ruínas bizantinas e árabes.



Fonte: www.happydayturismo.com.br



Tunísia





A Tunísia, ou República Tunisina, é um país do Norte de África, da região do Magreb. Faz fronteira com a Líbia, a Este e Sueste, com a Argélia a Oeste e Sudoeste, e com o Mar Mediterrâneo a Norte. A Tunísia é um país que, na última década, deu uma volta na sua economia, tendo actualmente no turismo uma importante fonte de receitas. O árabe e o francês são as línguas oficiais da Tunisia.



O nome oficial do país é República Tunisina e a sua capital é Tunes. É o mais pequeno país do Magreb, com uma população que ronda os 10 milhões de habitantes, que se distribuem, na sua maior parte, pelos 40% da superfície do país que não se encontra ocupada pelo Deserto do Sahara. A sua economia gira em torno do turismo, sem nos esquecermos da sua agricultura, da sua indústria mineira, da sua indústria de manufacturas várias e do petróleo.



Deve ser referido que, ao contrário dos seus vizinhos, como a Líbia ou a Argélia, a Tunísia é um país liberal no que diz respeito à aplicação das Leis do Islão, com uma tendência ocidental implantada nos seus costumes desde há já vários anos. Este facto torna possível a atracção de turistas. Por exemplo, a Tunísia é um país que permite que a mulher escolha o seu marido, algo comum e corrente no Ocidente, mas com um significado diferente se estivermos a falar do Magreb e de um país muçulmano. Esta e outras permissões fazem com que a aplicação das Leis do Islão seja um acto de fé religiosa e não uma imposição radical.



A Tunísia é um país que, todos os anos, atrai milhares de turistas de diversas naturezas e que têm muitos lugares onde ir e numerosas coisas para fazer. Existe, pois um turismo cultural, que quer aprender mais acerca da história deste país milenar, da sua cultura, das civilizações que por aqui passaram, e que querem saber mais acerca dos seus monumentos. A Tunísia é um país que atrai também turistas que procuram as suas praias, que querem aproveitar o seu sol, o seu relax, e que atrai ainda um turismo de desportos...



Para além disso, há que referir que a Tunísia é um país que oferece uma vasta gama de serviços, hotéis, hospedarias, restaurantes, alojamento em vivendas, apartamentos... centenas de coisas para fazer e para ver... Este país surpreende qualquer pessoa.



Natureza da Tunísia

A Tunísia é um país situado no Norte de África, sendo a sua Natureza muito condicionada pelo Deserto do Sahara, que ocupa cerca de 40% do seu território. É por essa razão que a paisagem da Tunísia é um tanto desértica e seca.



Cerca de 40% do território da Tunísia encontra-se coberto pelo Deserto do Sahara, o que dá uma ideia acerca de como são os espaços naturais deste país. No entanto, devemos referir que, na parte Sul, na zona mais desértica, encontramos vegetação, tal como pinhais e prados, onde o gado encontra o seu pasto, bem como hortas e vinhedos, na zona oriental da costa. Neste país, cerca de 19% da terra é cultivável.



No que se refere à sua orografia, devemos destacar o Monte Jebel Chamba, com 1560 metros de altitude, que é o mais elevado do país. É um monte onde abundam os pinheiros.



Por outro lado, não devemos esquecer a beleza da sua linha de costa. Na Tunísia, encontramos mais de 1000 km de litoral, em contacto com o Mar Mediterrâneo, com pequenas ilhas paradisíacas, que quase unem o país à Itália, país que se encontra a apenas 130 km de distância.

Relativamente à sua fauna, infelizmente, os elefantes e os leões desapareceram, e os franceses acabaram com os cervos, bem como as gazelas que aqui existiam. A fauna deste país encontra-se concentrada nos seus bosques, sendo constituída por javalis, mangustos, cabras selvagens, aves como avestruzes, antílopes, espécies que, na sua maioria, vivem em paz no Parque Nacional de Bou Hedma.



Para além disso, no deserto podem ser encontrados vários tipos de serpentes, escorpiões... Por outro lado, encontramos também numerosas aves aquáticas no Parque Nacional de Ichkeul, uma área protegida próxima da cidade de Tunes, onde encontramos diversas espécies de aves aquáticas, bem como aves migratórias.



Por último, da Natureza da Tunísia, devemos destacar que o mais importante rio deste país é o Rio Medjerda, enquanto que entre os lagos importantes do país não devemos esquecer o Lago Djerid e o Lago Bizerta.



Devemos ainda destacar, pela sua beleza natural, o Arquipélago das Kerkennas, situado em frente à costa de Sfax, a segunda mais importmante e maior cidade da Tunísia.



História da Tunísia

A Tunísia é um país milenar, é o país no qual floresceu Cartago, bastião da civilização cartaginesa, fundada no século VIII a.C.. É um país com muita história, que foi crescendo, vendo por aqui passar os Romanos, os Árabes, os Bereberes... antes de ver passar os Vândalos...



Cartago foi a primeira cidade conhecida nesta zona, uma cidade fundada no século VIII antes de Cristo, cuja influência se estendeu pelo Sul da actual Itália e pela Península Ibérica, retirando à Grécia o seu protagonismo nestas zonas. O Império Romano conquistou-a no século II a.C., tendo a cidade de Cartago sido destruída nessa altura.



A Tunísia passou então a ser uma província romana do Norte de África. Depois, foram os Vândalos que ocuparam a região. No século VI, foi a vez dos Bizantinos, e, depois, os Árabes retomaram o poder da região. A cidade de Kairuán foi fundada nesta época. A partir do século XII, a história da Tunísia esteve ligada aos Almohades, que detinham o controlo da zona, embora tenham sido expulsos dois séculos mais tarde.



A Espanha, o Império Otomano, uns Turcos denominados Beys, a França, que já no século XIX fez da Tunísia um protectorado... toda esta sequência de povos foi dominando a Tunísia até ao século XX, altura em que, durante a Segunda Guerra Mundial esta região era uma colónia francesa no Norte de África. Em 1956, a Tunísia tornou-se, finalmente independente.



Ao contrário de outros países do Magreb, como a Líbia, em finais do século XX e princípios do século XXI, a Tunísia começou um processo de abertura para o exterior, abertura em relação ao Ocidente, assinando acordos comerciais com a Europa, e aumentando e vigiando o respeito pelas liberdades públicas.



Actualmente, a Tunísia é um dos países mais abertos e ocidentalizados do Norte de África, motivo pelo qual é também um dos países mais turísticos e mais visitados por ocidentais.



Praias da Tunísia

A Tunísia é um dos países do Norte de África que possui um dos mais inacreditáveis litorais, com umas praias de areia dourada que deixam qualquer pessoa estarrecida. Trata-se de um lugar de águas cristalinas, cujas praias, se encontram, no Norte, rodeadas de montanhas e vegetação, dando-lhe um tom mais acolhedor que no Sul, onde o encanto se encontra no carácter desértico da região envolvente, no Arquipélago das Kerkennas e na Ilha de Djerba.



No geral, as praias da Tunísia são praias de areia branca e dourada, banhadas pelo Mar Mediterrâneo, com as suas águas cristalinas e quentes, com maravilhosos cantinhos onde pode mergulhar, onde pode nadar ou simplesmente dar um mergulho. Lugares como Tabarka, Djerba, Túnez capital, Sfax, Bizerta... são ideias para gozar as suas férias na Tunísia, seja com o seu par, em família ou sem mais ninguém... A Tunísia tem mais de 1000 km de costa, com águas transparentes e vai encontrar mais de 100 km de praia com infra-estruturas para que goze ao máximo.



Praias de Hammamet

Hammamet é um complexo turístico que se encontra a uma hora de Tunes, que tem grandes perspectivas de desenvolvimento, apoiadas pelas infra-estruturas que estão a ser construídas perto das suas praias. Estas infra-estruturas incluem hotéis e apartamentos, bem como restaurantes, lojas, etc. ...



Na Tunísia, a temperatura da água é óptima para tomar um banho, durante todo o ano, excepto, esporadicamente, em alguns dias de Inverno. As praias de Hammamet são praias de areia dourada e branca, limpas, com variados serviços e equipamentos nas zonas hoteleiras.



Nas águas das praias de Hammamet podem ser praticadas diversas actividades, tais como o mergulho ou a natação.



Praias da Ilha de Djerba

A Ilha de Djerba encontra-se situada na parte Este da Tunísia e a sua maior oferta turística é a que se relaciona com apanhar sol e aproveitar a praia, embora esta ilha conte igualmente com outros atractivos.



Djerba é uma ilha rodeada de praias de areia branca, de águas quentes e cristalinas, de lugares espantosos para quem gosta de mergulhar. Na Ilha de Djerba, vai encontrar praias bastante concorridas, com todo o tipo de serviços e equipamentos no interior das zonas hoteleiras, e praias isoladas, com outro tipo de encanto para as suas férias na Tunísia.



As praias mais importantes de Djerba são as de Sidi Mahrez e de Rass Taguerness e a Praia de Seguia.



Praias de Monastir

Monastir é uma cidade com muita história e as suas praias são um dos seus principais reclames turísticos, juntamente com os seus monumentos. Praias com águas cristalinas, de um azul intenso, areia dourada e branca, e bem equipadas. De Monastir, destaca-se ainda o seu passeio marítimo.



Praias de Melloula

A zona de Melloula encontra-se a Oeste de Tabarka, junto à fronteira com a Argélia. Trata-se de uma cidade tunisina onde vamos encontrar várias praias de todos os tipos, entre os quais, praias de areia branca, praias rochosas...



Entre as praias de Melloula, destacamos a Praia de Berkoukech, a Praia de Jebara, a Praia de Sidi Mechrig e a isolada Praia de Serrat, uma extensa praias de areia dourada, com mais de 7 km de extensão. É uma autêntica jóia do litoral da Tunísia.



Praias de Tunes

Na região de Tunes, são várias as praias que vamos encontrar. São, no geral, praias urbanas, situadas em lugares onde cresceram grandes complexos hoteleiros. As praias de Tunes são praias de areia dourada, com bons e variados equipamentos e muito concorridas.



Destacamos as praias de El Raouad, de Marsa, de Amilcar e de La Goulette. Devemos ainda referir a Praia de Pedruchillo, uma praia tunisina de elevado valor ecológico.



Praias de Sfax

Sfax é a segunda mais importante cidade do país. Nos seus arredores, nos seus domínios, encontramos praias tão imponentes e importantes como as praias de Laouza, de Sidi Mahrez Mansour, de Kerkennah e de

douz

Douz or Dūz (Arabic: دوز‎) is a town in central Tunisia, known as the "gateway to the Sahara." In previous times it was an important stop on the trans-Saharan caravan routes. Today, it is destination for tourists who are interested in seeing the desert, and a starting point for desert treks by camel, motorcycle, or four-wheel-drive vehicle.




Douz is a major palm oasis and as such a large producer of "diglat noor" dates.





Douz HospitalEvery year Douz hosts the International Festival of the Sahara, a four-day celebration of traditional desert culture. The festival, usually held in November or December, features traditional music and dancing, poetry readings, camel wrestling, and racing of horses and salugis (a type of dog, similar to a greyhound, native to the North African desert.)



Douz is home to the Museum of the Sahara, which showcases displays on traditional nomadic desert culture of the Mrazig people who now mostly live a settled life in the town.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

marrocos

Marrocos um reino mágico cheio de mistérios 
Marrocos, um reino ensolarado no noroeste da África, surpreende aos que imaginam apenas paisagens desérticas pela sua diversidade de elementos naturais com lagos e cachoeiras assim como desertos e montanhas. 
Quem diria que da aridez do país desértico surgem cachoeiras de 60 metros de altura ou florestas com cedros centenários? Não esquecendo 1.100 quilômetros de litoral dividido entre as águas claras do oceano Atlântico e do Mar Mediterrâneo e da neve que pontua os cumes da Cordilheira Atlas no inverno. 
É comum associamos ao deserto do Saara, uma vez que metade de seu território é ocupado pelo  deserto sendo que o próprio nome do país surgiu dele - Marrocos - "A Terra do Sol Poente". 
Do calor do deserto , além de tudo, derivam estórias e personagens que ajudaram a criar no país a aura de um lugar mágico e reino dos sultões árabes conquistadores. Existem também belos lugares cuja imaginação dos oásis provenientes de filmes são absolutamente verídicas.
As principais cidades marroquinas (as cidades históricas, imperiais ,que fundamentaram a colonização árabe islâmica, a partir do século 7 e se tornaram centros políticos de sua época) são quatro: Fez,Marrakech, Rabat e Meknés. 
Em todas encontra-se traços que caracterizam a tradicional arquitetura urbana marroquina: uma medina (centro comercial e residencial), uma mesquita central, o palácio real, o mellah (bairro judeu) e os suqs (mercados), tudo cerrado por uma muralha que servia para fortificar a cidade. 
Casablanca 
A cidade habita o imaginário universal depois que ganhou fama com o filme homônimo de l942, quando ser serviu de cenário ao tórrido romance de Hunphey Bogart e Ingrid Bergman durante a Segunda Guerra Mundial. Ao menos neste caso , cinema é fantasia pois nenhuma cena do fime foi gravada ali.
Na verdade, Casablanca é uma cidade portuária e industrial, cujo nome tem sentido literal: a primeira casa contruida depois do terremoto que destruiu a antiga cidade berbere de Anfa em 1755, era branca para servir como ponto de referência aos viajantes que cruzavam o país e aos navios que se aproximavam da costa.Os árabes traduziram a expressão para Dar El Beida, mas os mercadores espanhóis vindos um século depois oficializaram o nome atual e mantiveram a característica básica da arquitetura da cidade: as casas, como Rabat, são todas brancas. 




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Todas as cidades, curiosamente são definidas por uma cor básica de suas construções: Marrakech é a cidade vermelha, Meknés, a verde;Fez é amarela. Rabat, a cidade branca do litoral atlântico,é a única das cidades imperiais que conserva sua importância política: a capital do país. 
Apesar da pobreza superficial, aparência comum nas ruas de qualquer país árabe, o Marrocos é um país potencialmente rico.Suas terras ocultam 75% das reservas mundiais de fosfato, daí tanta briga por apenas uma faixa de areia... O Marrocos é o maior exportador do mundo do valioso produto, mas possui ainda uma fértil agricultura em campos irrigados por todo o interior do país, além das estáveis indústrias do turismo e da pesca.
Se o cinema brindou Casablanca, a literatura parece ter premiado Tânger,cidade do litoral do litoral do Mediterrâneo. Em busca de uma vida com muito estilo e poucos dólares, recheada de diversão, drogas, sexo e inspiração, escritores como William Burroughs, Paul Bowles, Allen Ginsberg e Truman Capote, entre outros, rumaram para lá na década de 50. Paul Bowles foi quem
mais se apaixonou pelo país (é dele o célebre livro "O Céu que nos protege", também adaptado para o cinema). 
Por obra das maluquices de seus visitantes ilustres, Tânger,às portas do estreito de Gibraltar, sobrevive da fama de ser uma cidade aventureira, embora já não o seja bem assim.
Literatura à parte,Tânger é a cidade ideal para um banho nas águas do Estreito de Gibraltar, onde Marrocos quase toca a Espanha. São 16 quilômetros de praias que ficam cheias no verão marroquino onde diversos europeus estão em férias. 
A estratégica posição do Marrocos, litoral que separa dois mares, vizinho da europa, fez com que o país fosse alvo de diversas invasões durante sua história. Para se proteger , os antigos eram engenhosos e construiam suas cidades atrás de muralhas de pedra ou de barro, as Kasbahs.
Meknés, a cidade imperial tem uma kasbah tripla cercando sua área original,num total de 25 Kms de muro de 15 metros de altura.
Nove portas grandiosas, chamadas em árabe de babs, cada qual com quatro grandes torres, dão acesso à velha cidade. A mais bela dessas portas, Bab El Mansour, foi concluida em 1732 e é um exemplo de megalomania de um dos mais empreendedores sultões marroquinos, Moulay Ismail, que reinou entre 1672 e 1727. Quase insano, Ismail, impôs a destruição de palácios em Fez e Marrakech para que nenhuma outra cidade fosse mais bela que Meknés,escolhida por ele para sua capital. Mandou construir um imenso reservatório de água, Aguedal, apenas para regar os jardins reais e, dizem, proporcionar lazer as suas 500 esposas. Por sua obra, Ismail ainda é cultuado como rei eterno na cidade. Mulheres muçulmanas com os rostos cobertos por vestes coloridas, passam o dia rezando no belo mausoléu onde estão suas cinzas. 
Um pequeno desvio de rota na região de Meknés pode levar a outro lugar sagrado do Marrocos, o pacato vilarejo de Moulay Idriss, também morada de um importante líder :Moulay Idriss el Akbar, que chegou à região em 789 como o primeiro mensageiro da fé islâmica no interior do país.
Hoje é visto quase como um santo, ele liderou a primeira dinastia árabe marroquina. A apenas um quilômetro da vila erguida por Idriss, sinais de um passado que ele começou a enterrar: as ruínas da cidade de Volubilis, o principal testemunho da época do Domínio romano no Marrocos. Entre os arcos e colunas, a herança mais significativa da cidade são as ruínas das fábricas de azeite, prova do apogeu comercial que existiu ali. 
Foi Idriss também que deu início à construção da mais antiga das cidades imperiais marroquinas:Fez.
Capital intelectual do país, é considerada patrimônio histórico da humanidade pela Unesco.
A cidade se divide em dois lados totalmente distintos: Fez Bali, ou a "cidade velha", e Fez Jedid, a "cidade nova".
Fez Jedid sem muitos atrativos, é marcada pela presença do suntuoso palácio Dar El Makhzen. Fez Bali, por sua vez, concentra a maior e mais compexa medina do mundo árabe, um enorme labirinto de vielas apertadas e tortuosas. 
Uma aventura irresistível : entrar na medina sem a companhia de um morador da cidade pode implicar em um mergulho claustrofóbico, sem tempo definido,num fluxo de comerciantes histéricos à busca de fregueses, gente apresssada e burricos com lombo cheio de mercadorias. Sozinho, pode-se passar um dia inteiro dentro da medina em busca de uma saída.
Imperdível!
Somente um lugar em todo Marrocos supera o ritmo frenético de Fez: Djemaa El Fna, um mercado montado numa praça circular no centro de Marrakech, um centro com toda a mágica de Marrocos. O movimento começa cedo com o sol já ardendo sob a cidade: encantadores de serpente, mágicos, malabaristas, acrobatas, mulçumanos sentados em tapetes lendo o Alcorão,dentistas que exibem milhares de dentes extraidos como prova de sua competência.Tudo acontece ao mesmo tempo,e o tempo ali nada mais é do que a soma dos segundos que definem novos sentidos. 
Onde?
No extremo noroeste da África, Marrocos faz fronteira com Saara Ocidental e Argélia e é banhado pelas águas do Oceano Atl^ntico e Mar Mediterrâneo.

Melhor época - As temperaturas oscilam muito. No litoral mediterrâneo podem chegar a 10 graus no inverno entre janeiro e fevereiro quando as chuvas são constantes.Porem em Julho são registradas temperaturas de 45 graus no interior de Marrocos. No deserto chegam a 50.