domingo, 11 de agosto de 2013
Boukha Bokobsa
Boukha Bokobsa foi criado em 1880 por Abraham Bokobsa em seu bairro Soukra perto de Túnis em sua destilaria .
Boukha é uma eau-de-vie figos(ALMA DE FIGO ) um destilado de figo produzidos na Tunísia. Seu nome significa "vapor de álcool" dialeto judaico-tunisiano.
É obtido pela destilação simples do Mediterrâneo figos originários da Turquia ou Tunísia. Ela, possui , entre 36 e 40 graus de álcool.
Boukha é uma bebida que pode ser servida como aperitivo em temperatura ambiente, seco ou refrigerado e servido com gelo. Ele também pode servir como uma base para muitos cocktails, saladas de fruta ou sabor, como uma bebida à temperatura ambiente e digestivo ..
.
apresentando narguile de melancia(chicha dilla3)tipico da tunisia
criação: uma melancia media faça um buraco na parte de cima circular ( em tamanho medio ou que de para vc encaixar a coluna do narguilhe.com um objeto pontudo vc deve transformar parte da melancia um suco .. e depois ao lado fazer um novo orificio onde se deve indroduzir a mangueira ... e depois o fumo e carvão esta feito
hummmmm narguile de melancia tunisiano
podendo ser feito tambem com melão ...
hummmmm narguile de melancia tunisiano
podendo ser feito tambem com melão ...
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
corrida de camelos
Mais tarde tivemos 12 dias a realizar uma corrida de camelos. Estes animais parecem k são uns paz de alma mas conseguem correr a 40km/h. É mto engraçado vê-los a corres pois parece que se vão partir todos. Eles levam nas bossas um bonequinho mecânico que os vai açoitando e assim eles correm e correm e correm.
Foi bastante cansativo pois nós tínhamos que nos levantar todos os dias as 4h da manhã para ir para a corrida e depois só chegávamos por volta das 18h, mas lá se passou e foi bastante divertido, e sobretudo diferente.
Nascer do sol no sítio das corridas
Segundos antes da partida
A partida, onde alguns dos “paquerós” ficavam por baixo dos camelos
A corrida
uma das câmaras da prova
alguns dos muitos jipes que acompanham a prova a toda a hora
Frente de corrida com o núm. 16 na frente
6 na frente com o bonequinho a açoitar
8 na frente e seguido pelo 3 com a verdadeira “baba de camelo”, alguém quer um pouco?
Eu na pausa de almoço.
Foi bastante cansativo pois nós tínhamos que nos levantar todos os dias as 4h da manhã para ir para a corrida e depois só chegávamos por volta das 18h, mas lá se passou e foi bastante divertido, e sobretudo diferente.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Tunísia camiseta
TUNÍSIA REVOLUTION marcha ao SOM DA POESIA - camisa de Filosofia Futebol T oferta
"Se, um dia, um povo deseja viver, então o destino vai responder a sua chamada." Abul-Qasim Al-Chabi
Tunísia 2011, as pessoas com os protestos populares e da desobediência civil ter derrubado um déspota cruel. Cantando nas ruas as palavras do grande poeta tunisino do início do século XX, Abul Qasim Al-Chabi. Futebol filosofia produziram este t-shirt para ajudar a promover a solidariedade, com a poesia em língua árabe original. Com uma bandeira despedaçada Tunísia, representando as estruturas do totalitarismo que dividiu seu país para as gerações que a política de parceria tunisianos são elas próprias estão agora construindo a desmantelar. A um preço baixo campanha especial de apenas £ 16,99 a partir de www.philosophyfootball.com
"Se, um dia, um povo deseja viver, então o destino vai responder a sua chamada." Abul-Qasim Al-Chabi
Tunísia 2011, as pessoas com os protestos populares e da desobediência civil ter derrubado um déspota cruel. Cantando nas ruas as palavras do grande poeta tunisino do início do século XX, Abul Qasim Al-Chabi. Futebol filosofia produziram este t-shirt para ajudar a promover a solidariedade, com a poesia em língua árabe original. Com uma bandeira despedaçada Tunísia, representando as estruturas do totalitarismo que dividiu seu país para as gerações que a política de parceria tunisianos são elas próprias estão agora construindo a desmantelar. A um preço baixo campanha especial de apenas £ 16,99 a partir de www.philosophyfootball.com
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Tunísia agora integra Tribunal Internacional Penal
A Tunísia se tornou hoje (24) o primeiro país do norte da África a aderir ao Tribunal Penal Internacional (TPI). A adesão ocorre apenas alguns meses depois da deposição do ditador Zine Ben Ali em meio a um levante popular no país.
O embaixador tunisiano na Organização das Nações Unidas (ONU), Ghazi Jomaa, disse que a adesão ao TPI é a primeira de uma série de ações por meio das quais Túnis pretende assinar convenções sobre tortura, além de direitos civis e políticos, para demonstrar seu comprometimento com reformas democráticas e respeito aos direitos humanos.
O embaixador de Liechtenstein na ONU e presidente da assembleia do TPI, Christian Wenaweser, recebeu com satisfação a Tunísia como 116.º signatário da corte que investiga e julga casos de genocídio e crimes de guerra e de lesa-humanidade.
A Tunísia é apenas o quatro integrante da Liga Árabe a aderir ao TPI. Os outros integrantes da Liga no TPI são Jordânia, Djibuti e Comores. Do norte da África, é o primeiro. As informações são da Associated Press e da Dow Jones.
O embaixador tunisiano na Organização das Nações Unidas (ONU), Ghazi Jomaa, disse que a adesão ao TPI é a primeira de uma série de ações por meio das quais Túnis pretende assinar convenções sobre tortura, além de direitos civis e políticos, para demonstrar seu comprometimento com reformas democráticas e respeito aos direitos humanos.
O embaixador de Liechtenstein na ONU e presidente da assembleia do TPI, Christian Wenaweser, recebeu com satisfação a Tunísia como 116.º signatário da corte que investiga e julga casos de genocídio e crimes de guerra e de lesa-humanidade.
A Tunísia é apenas o quatro integrante da Liga Árabe a aderir ao TPI. Os outros integrantes da Liga no TPI são Jordânia, Djibuti e Comores. Do norte da África, é o primeiro. As informações são da Associated Press e da Dow Jones.
TUNISIA mostra anúncio polêmico para retomar turistas
O turismo é crucial para a economia da Tunísia. País com população de pouco mais de 10 milhões de pessoas, a indústria turística é responsável por cerca de 400 mil empregos e a geração de US$ 2,5 bilhões por ano na economia. Com os recentes acontecimentos políticos que deflagaram o país como zona de conflito, mais de 200 mortes e a queda do regime liderado por Zine al-Abidine Bem Ali, o turismo foi um dos setores mais afetados.
Agora é a hora da retomada. E uma campanha publicitária já foi lançada em alguns dos principais emissores, como a Inglaterra. Ônibus circulam por Londres com a imagem de uma mulher recebendo uma massagem com os dizeres: “Dizem que na Tunísia algumas pessoas são tratadas com mão pesada”. Outros outdoors mostram antigas ruínas romanas com a frase: “Dizem que a Tunísia está em ruínas”.
Polêmica criada, o teor da campanha recebeu explicações por parte da agência publicitária Memac Ogilvy, com a diretora Syrine Cherif explicando que “A ideia era ser provocativo para lidar com possíveis medos em relação à questão da Primavera Árabe”. O objetivo é instigar a atenção de quem esteja interessado em conhecer as praias e parques arqueológicos da Tunísia.
Cherif negou que a campanha seja insensível em relação às pessoas que foram presas, torturadas ou mortas durante os 23 anos do regime de Ben Ali.“Este tratamento injusto era do tempo da ditadura. Agora, ela se foi. Acabou. Hoje, há uma nova Tunísia”, afirmou.
A Tunísia foi o primeiro país a viver as revoltas populares que varreram o norte da África e o Oriente Médio, desde dezembro do ano passado. Ben Ali fugiu para a Arábia Saudita em janeiro após perder o apoio do Exército em seu país. O seu julgamento à revelia, começa na segunda-feira.
Agora é a hora da retomada. E uma campanha publicitária já foi lançada em alguns dos principais emissores, como a Inglaterra. Ônibus circulam por Londres com a imagem de uma mulher recebendo uma massagem com os dizeres: “Dizem que na Tunísia algumas pessoas são tratadas com mão pesada”. Outros outdoors mostram antigas ruínas romanas com a frase: “Dizem que a Tunísia está em ruínas”.
Polêmica criada, o teor da campanha recebeu explicações por parte da agência publicitária Memac Ogilvy, com a diretora Syrine Cherif explicando que “A ideia era ser provocativo para lidar com possíveis medos em relação à questão da Primavera Árabe”. O objetivo é instigar a atenção de quem esteja interessado em conhecer as praias e parques arqueológicos da Tunísia.
Cherif negou que a campanha seja insensível em relação às pessoas que foram presas, torturadas ou mortas durante os 23 anos do regime de Ben Ali.“Este tratamento injusto era do tempo da ditadura. Agora, ela se foi. Acabou. Hoje, há uma nova Tunísia”, afirmou.
A Tunísia foi o primeiro país a viver as revoltas populares que varreram o norte da África e o Oriente Médio, desde dezembro do ano passado. Ben Ali fugiu para a Arábia Saudita em janeiro após perder o apoio do Exército em seu país. O seu julgamento à revelia, começa na segunda-feira.
Assinar:
Postagens (Atom)




