domingo, 2 de março de 2014

V Festival Sul-Americano da Cultura Árabe (SACA), promovido pela Bibli-ASPA: Biblioteca e Centro de Pesquisa América do Sul-Países Árabes de 18 a 31 de março, a BibliASPA, o Ministério da Cultura da Tunísia, a Embaixada da Tunísia no Brasil e o Centro Cultural São Paulo promovem em São Paulo:

MÚSICA TUNISIANA EM SÃO PAULO E BRASÍLIA
Como parte do V Festival Sul-Americano da Cultura Árabe (SACA), promovido pela Bibli-ASPA: Biblioteca e Centro de Pesquisa América do Sul-Países Árabes de 18 a 31 de março, a BibliASPA, o Ministério da Cultura da Tunísia, a Embaixada da Tunísia no Brasil e o Centro Cultural São Paulo promovem em São Paulo:

Dia 22/03/2014 CONVERSA SOBRE A MÚSICA DA TUNÍSIA
Sábado, das 15h às 17h - Sala Jardel Filho - entrada franca
Local: Centro Cultural São Paulo
RUA . Vergueiro, 1000 - Paraíso
São Paulo - SP
(11) 3397-4002

A música tunisiana reúne tradições locais, africanas, árabes e turcas, além de elementos da Andaluzia. Essa atividade abordará na prática todas essas influências e será conduzida por músicos do Centro de Músicas Árabes e Mediterrâneas Ennejma Ezzahra, que vem ao Brasil pela primeira vez, como fruto de uma parceria com a BibliASPA, mostrar essa rica sonoridade utilizando instrumentos tradicionais como a rababe, o alaúde, o tar (espécie de tamborim) e as nagharat (par de timbales).
Haverá tradução durante a conversa.

Dia 23/03/2014 NUBAH SIQAH (Tunísia)
Domingo, às 18h - Sala Adoniran Barbosa - entrada franca -
a bilheteria será aberta duas horas antes do início do show
Local: Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso
São Paulo - SP
(11) 3397-4002


A apresentação conta com músicos tunisianos considerados os melhores instrumentistas regionais: Dr. Makram Lansari (rababe e voz, líder do grupo e maestro), Imed Messaoud (alaúde e voz), Mohammad Abdel-Qadir al-Haj Qacim (percussão e voz), Abdel-Aziz Cherif (contrabaixo) e Mounir Hentati (diretor do Centro de Músicas Árabes e Meditarrâneas)

MÚSICA TUNISIANA EM BRASÍLIA
dia 20/03/2014 NUBAH SIQAH (Tunísia)
Quinta, às 2030h – Museu Nacional - entrada franca -
Local: Museu Nacional, em Brasília
http://www.youtube.com/watch?v=Kn2WlCY6kHE

DESABAFO 5 vantagens e 5 desvantagens) de morar fora... de ser estranGeiro...

....Antes de me mudar pra o brasil a trabalho eu tinha uma série de idéias de como seria esse negócio .
Mesmo as que eu esperava e sabia — por exemplo "dá saudades da família" — eu descobri que doía diferente do que eu pensava. Essa foi a primeira lição que eu aprendi: é tudo como você pensava, mas totalmente diferente do que você pensava.Como eu falo dos dois lados da moeda, é garantido de irritar todo mundo.

Tá, tá, vou tentar explicar. É uma curiosidade que muita gente tem. O problema é que esse assunto é cem por cento garantido de dar pau nos comentários. É batata (amassada com verdura e servida com lingüiça), o povo se altera, o amor acaba, sai batendo a tampa do laptop, os trolls se assanham, é uma lambança.

É fácil entender porque: eu falo de vantagens e desvantagens, coisas legais e dificuldades. E aí vem o leitor que tá sonhando em morar fora, lembrando das férias sensacionais que passou no brasil , estressado no trânsito e com medo de assalto e irritado com vizinho mal educado e político ladrão. E ao ler "olha morar fora tem certas dificuldades", ele sente o sonho ameaçado, fica irado, me xinga de mal acostumada, reclamadora de barriga cheia, etc e tal.

Só que eu também falo das coisas legais; e daí o leitor que tá aqui sofrendo choque cultural, que entende qualquer elogio a outro país como insulto pessoal ao seu senso de patriotismo, lê e fica irado, me xinga de deslumbrada, de colonizada, de paga pau de gringo. Etecetera e tal.

Mas olha só: morar fora é pra mim uma experiência sensacional. Hã, mencionei? Não tenho planos de voltar. Tô contente aqui. Sim, existem perrengues, e existem diversas vantagens, e eu nunca achei que algo precisa ser perfeito pra ser legal.

Tá, vamos lá. Primeiro as...Desvantagens de morar fora
1. Choque cultural dói

E não é pouco. Eu sempre lia sobre ele, mas só quando achatei o nariz nele eu entendi porque se chama "choque" cultural e não "transição suave e super tranqüila" cultural.

É o seguinte: cultura é visão de mundo, e ao mudar de cultura você tem sua visão de mundo desafiada, e se você acha que isso é fácil, bem-vindo à Terra, marciano. Não, cara, seres humanos sofrem quando a visão de mundo é desafiada e são forçados a mudar o jeito de pensar.

E de repente você está lá, lidando e negociando e vivendo e trabalhando e discutindo e criando filho entre pessoas que simplesmente não compartilham sua visão de mundo e, tipo, você é o estranho.

É difícil, e tem hora que sobe o sangue (especialmente quando alguém faz algo que na sua cultura é traduzido por "vamos pro pau agora porque eu simplesmente não te respeito", mas na cultura local quer dizer "todo mundo faz assim e é normal, não faço idéia de porque você tá estressado").

E aí tem toda a alegria de você começar a entender o que é diferença cultural e o que é loucura e piração específica da cabeça daquele indivíduo que tá te tirando do sério.
2. Reconstruir sua vida não é fácil.

Nós abrimos mão do nosso círculo social pra irmos a um país que não falávamos a língua, aprender a fazer tudo do começo porque, tipo, a gente não foi criado aqui e de repente não sabia nem onde comprar um parafuso ou onde arrumar o dente, todo aquele apoio que você tinha das pessoas e da segurança de saber se virar num país sumiu, e você tem de inventar sua vida de novo.

Foi meio apavorante.

Esse é um ítem que eu tenho certeza de que tem alguém correndo pros comentários pra gritar como isso é legal na verdade e que daria tudo pra estar no meu lugar. Eu só digo uma coisa: eu concordava com você. Até passar e descobrir que reconstruir vida é negócio trabalhoso e ter infinitas possibilidades sem ter idéia de por onde começar apavora, sim.

Eu sei que você acha que não. Eu também achava.

3. Os amigos se afastam

Prepare-se pra perder amigos. Não que eles deixem, assim, de ser seus amigos, ou que você irá brigar com eles, mas você irá perdê-los por simples e pura deriva continental, afastando um centímetro por ano, até haver um oceano entre vocês.
4. Distância da família e amigos dói (de um jeito que eu nem imaginava)

Eu achava que era assim, daria uma saudade, saca, de ir na casa da família todo domingo e tal, que seria incômodo, mas parte da vida. Eu estava enganado.

Não no começo, claro. No começo é bem assim. Mas com o passar dos anos, mais cedo ou mais tarde, vai acontecer algo na sua família que você queria estar lá junto. E não pode.

Tanto coisas boas quanto ruins. Poxa, legal, Skype, coisa do futuro, super Os Jetsons, melhor que carta demorando duas semanas de navio. Certo.

Mas então, todos reunidos no lado de lá, todos falando contentes, aquele brilho no olhar, nós aqui pulando de alegria, querendo dar um abraço e não podendo, quando de repente, eles anunciam:

— Então temos de desligar, porque vamos todos naquele restaurante legal que a gente sempre ia pra comemorar.

E quando rolou o "bluft" de fim de ligação do Skype, fico eu a olhar pra tela fria do computador, quieta.

Demorei 2 anos e meio pra conhecer a minha sobrinha ao vivo.

E nem vou entrar no assunto de quando rola um perrengue forte — doença, falecimento, momentos chaves em que a sua força seria importante e você tá a quilômetros de distância, e Skype nessas horas ajuda picas. Não vou entrar no assunto porque aconteceu comigo e dói até hoje quando eu lembro.
5. Sempre serei estrangeira

Não tem jeito. Tem certas coisas que não se pega, mesmo morando anos e anos e anos e anos no lugar. Eu não fui criado aqui, eu não cantei as musiquinhas que eles cantaram na escola, eu não vi os mesmos desenhos animados com a dublagem engraçadinha daqui, eu falo com sotaque, tem piadas que vou morrer antes de entender, e por mais que eu adquira a cultura do lugar eu nunca serei nativa dela e isso se sobressai.

Além disso, sim, sempre tem aquele lance sutil e subentendido de "que que cê tá fazendo aqui?", mesmo quando é bem intencionado e não-agressivo. Por que você abandonou seu país?

Eu sempre serei "o de fora", o "que fala diferente", a "gringa" por assim dizer. E tem horas que isso cansa.

Por outro lado, se cansa, tem coisas que compensam, e de longe. Nem tudo é perrengue e dificuldade. Tem, sim, muitas...
Vantagens de se morar fora
1. Meu mundo ficou maior

E não só literalmente, com mais lugares diferentes que eu conheci, mas ficou maior dentro da minha mente. O choque cultural me forçou a perceber que minha visão de mundo está longe de ser a A Certa, mas mais ainda, está longe de ser A Única.

E isso é sensacional. De repente um mundo de possibilidades se abriu, e minha visão de realidade ficou muito mais rica, muito mais cheia de nuances que eu nunca teria visto se não tivesse me enfiado num avião com 2 malas de 32 quilos e nenhuma idéia do que me aguardaria dali pra frente.
2. Redescobrir a sua vida é muito legal

Se não fosse a mudança de país, eu nunca teria feito o blogge http://caminhosparadouztunisiablogspot.com Você não estaria lendo isso, pouco provável que eu tivesse um blog como uma empresa, onde eu estou inventando algo novo.

Às vezes precisamos engolir em seco e pularmos no abismo pra sair da inércia que estávamos. E por mais dolorido que seja esse processo, as recompensas podem ser amplas.
3. Minhas amizades ficaram mais diversas

Ok, verdade que me afastei de muitos amigos que ficaram no Marrocos . Por outro lado, conheci gente das mais diversas culturas, aprendi sobre países que eu só sabia o nome (e olhe lá) da melhor forma possível (conversando em meio a nativo de lá). Sim, claro, visitar o país é sempre bom, mas falar com um nativo, te contando, do seu pais e costumes e muito bom

E percebi que gente legal é gente legal em qualquer língua.

ser estrangeira não é fácil. Mas por outro lado, é muito libertador perceber, após seu primeiro expatriamento, que você tem o jogo de cintura necessário pra enfrentar o processo, que há muito o que se ganhar depois que se paga o preço de aprender pela dor e que sobreviveu ao vendaval do mundo lá fora.

E de repente o vendaval é mais um vento inflando suas velas e você se lembra que o mundo é grande, cheio de possibilidades e nada te prende a um lugar se você não quiser ficar preso.

Como disse o Calvin pro Haroldo, no livro é um mundo mágico, meu velho companheiro.

Vamos explorá-lo!

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Tunisia Export

Fort d’une expérience de plus de 40 ans dans la promotion des exportations tunisiennes, le Centre de Promotion des Exportations «CEPEX» a développé un réel savoirfaire dans l’accompagnement des entreprises exportatrices. Grâce à une riche panoplie de services et un réseau professionnel international, le CEPEX ambitionne de positionner et valoriser la marque Tunisia Export » sur les marchés internationaux. Le CEPEX vise à :

Développer le positionnement des produits et services tunisiens à l’international.

Impulser la diversification des produits et des marchés à l’export.

OEuvrer pour l’exportation des produits et services tunisiens à forte valeur ajoutée.

Renforcer le réseau des échanges commerciaux et optimiser l’exploitation des accords de libre échange conclus entre la Tunisie et plus de 130 pays
 
Les missions du CEPEX s’articulent autour de quatre principaux axes.
1
Informer, conseiller et orienter les exportateurs tunisiens vers les opportunités d’échanges à l’international et de partenariat commercial en mettant à leur disposition un système d’information et de veille concurrentielle.
2
Appuyer les acteurs économiques dans leur processus d’exportation en les soutenant administrativement et financièrement.
3
Accompagner les exportateurs sur les marchés extérieurs en organisant des actions promotionnelles, des rencontres de partenariat et des missions de prospection.
4
Promouvoir le catalogue export des produits et services tunisiens auprès de la cible étrangère.

A CARTA CREDENCIAL E DADA AO EMBAIXADOR DA TUNISIA NO BRASIL

A presidenta Dilma Rousseff recebeu, no Palácio do Planalto, nesta quinta-feira (31), as cartas credenciais de 19 embaixadores que vão servir aos seus países no Brasil. incluindo o embaixador da tunisia .Mr. Sabri Bashtobji( PARABENS MR.Sabri Bashtobji  a Sra Nada Meslameni Ben Naceur e boa sorte ..
Quinta-feira, 31 de outubro de 2013 .Entrega de credenciais marca o início oficial do trabalho de embaixadores estrangeiros no Brasil/ PARABENS AO NOSSO EMBAIXADOR Aspis bachtobji QUE ALLAH ESTEJA COM ELE NESSA NOVA FASE NO BRASIL E QUE ILUMINE TODOS DA EQUIPE DA EMBAIXADA PARA UM BOM TRABALHO

A presidenta Dilma Rousseff recebeu, no Palácio do Planalto, nesta quinta-feira (31), as cartas credenciais de 19 embaixadores que vão servir aos seus países no Brasil. Em sua conta no Twitter, a presidenta listou os participantes da cerimônia: Botsuana, Guiné Equatorial, Líbano, Honduras, Sri Lanka, Índia, Marrocos, Tunísia, França, Reino Unido, Iraque, Nicarágua, Polônia, Suíça, Vietnã, Kuwait, República Tcheca, Estados Unidos e Coreia do Norte.

“Essa diversidade reflete a amplitude da política externa brasileira. Somos uma das doze nações com relações com todos os países da ONU, mais a Palestina e a Santa Sé”, postou a presidenta.

Para o secretário Reynaldo Colares, do cerimonial do Ministério das Relações Exteriores, esse é um momento muito importante, em que o diplomata estrangeiro tem contato direto com o chefe de Estado brasileiro e começa a exercer plenamente as suas funções no país.

“A presidenta recebeu individualmente cada embaixador, que pôde conversar com ela por alguns minutos, apresentar seus cumprimentos, alguma mensagem do seu chefe de Estado, entregar as cartas credenciais, e apresentar a sua equipe, que o acompanhou, da embaixada, e discorrer brevemente sobre alguns aspectos das relações bilaterais”, explicou o diplomata.

Para o embaixador Alexander Wykeham Ellis este é “o dia um, o dia zero talvez”, do seu trabalho. Em conversa com o Blog do Planalto, o representante do Reino Unido no Brasil revelou que recebeu dicas de literatura da presidenta Dilma; lembrou daquele que, segundo ele, foi o primeiro bolsista brasileiro em seu país – Vinicius de Moraes -, e falou da relação bilateral entre os dois países.

“Nós do Reino Unido somos parceiros do Brasil na transformação social, econômica e humana do Brasil, um país de rápida transformação. Fazemos isso de várias maneiras: em universidades, com muitos estudantes do Ciência sem Fronteiras que vão para o Reino Unido [...]. O primeiro bolsista do Brasil que foi ao Reino Unido, em 1938, vocês sabem quem foi? Vinicius de Moraes, que estudou em Oxford, uma boa escolha”, afirmou Alexander.

Representante do Líbano no Brasil, o embaixador Joseph Sayah também classificou o momento como importante, em que a presidenta Dilma recebeu os embaixadores com carinho para que iniciem seus trabalhos no Brasil.

domingo, 11 de agosto de 2013

lagmi: suco de tamareira

retirado da coraçao da tamareira ,considerado como suco.tipico do sul da tunisia. um pouco mais consistente que agua de coco, doce e cheiro de tamara.

Boukha Bokobsa


Boukha Bokobsa foi criado em 1880 por Abraham Bokobsa em seu  bairro  Soukra  perto de Túnis em sua destilaria .
Boukha é uma eau-de-vie figos(ALMA DE FIGO ) um destilado de figo  produzidos na Tunísia. Seu nome significa "vapor de álcool" dialeto judaico-tunisiano.
É obtido pela destilação simples do Mediterrâneo figos originários da Turquia ou Tunísia. Ela, possui , entre 36 e 40 graus de álcool.
Boukha é uma bebida que pode ser servida como aperitivo em  temperatura ambiente, seco ou refrigerado e servido com gelo. Ele também pode servir como uma base para muitos cocktails, saladas de fruta ou sabor, como uma bebida à temperatura ambiente e digestivo ..

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apresentando narguile de melancia(chicha dilla3)tipico da tunisia

criação: uma melancia media  faça um buraco  na parte de cima circular ( em tamanho medio ou que de para vc encaixar a coluna do narguilhe.com um objeto pontudo  vc deve  transformar parte da melancia um suco .. e depois  ao lado fazer um novo orificio onde se deve indroduzir   a mangueira ... e depois o fumo   e carvão esta feito
hummmmm narguile de melancia tunisiano
podendo ser feito tambem com melão ...